Como mudar o mundo?

Mudar o mundo é “facinho facinho”. É só mudar você mesmo.

E a torcida canta: Olê, olê, olê, olê! Clichê, clichê!

Hoje contarei um causo para vocês, baseado em fatos reais.

Passei 30, dos 31 anos que tenho, sem carro. Quer dizer, sem ter carro. Gratidão a meus amigos que sempre me levaram para lá e para cá.

Não tenho nada contra carro, aliás, acho eles bem bacanas. Mas optei por não ter. E entre metrôs, ônibus, caronas e táxis, vivi todo esse tempo.

Em busca de qualidade de vida, mudei de um apartamento em São Paulo para uma casa no interior. Lugar gostoso, grande, com bastante natureza em volta, ideal para o que eu estava precisando no momento, paz. Só que tudo tem um preço, e o dela é de ser meio “longinha” de supermercado, padaria, essas coisas. Uma bike até rolava, mas a estrada não tem acostamento, fica meio tenso. E como me comprometi a fazer o trabalho que você está lendo neste momento, enquanto aqui, nesta dimensão, não posso facilitar, então, nada de bike. Hora do primeiro carro.

Quebrado que sou, óbvio que não seria um zero. Então vamos atrás do bom e velho usado. E confesso, é muito chato comprar carro usado. Ao invés de curtir o momento, você tem que ficar encanado com um monte de coisas: se a documentação está certinha, toda a procedência do veículo, a questão mecânica, todas essas chatices. Tudo isso porque rola muita sacanagem nesse meio, tem muita gente que vem “na maldade”, eu sei.

Mas eu não consigo mais ser assim, independentemente do vendedor que seja, eu não consigo olhar nos olhos dele e não, automaticamente, pensar: olha ele aí, eu lembro desse cara antes do “Big Bang”, a gente tava junto lá, pode crê, é ele…. O que vejo na minha frente é um irmão, que em muitos casos, acabara de conhecer, mas é óbvio, meu irmão.

E o que um irmão deseja para o outro? Amor, claro.

Munido de amor, em forma de confiança, parti para a minha escolha. Em todas as garagens que passei, era a mesma postura, eu não me interessava em andar no carro, nem em levar em mecânico, nada disso. Fazia as perguntas básicas e pronto. Trata-se de vendedores de carros que são meus irmãos, eles trabalham com isso, são especialistas, só querem o meu bem, pra que me preocupar? Falou que é bom pra mim, eu confio. Afinal de contas, se eu não confiar em um irmão, vou confiar em quem?

Muitas lojas depois, lá estava ele:  goletando, o golzinho bom de serviço e desperto.

Burocracias feitas, estava eu motorizado. E é bom ter carro, principalmente pela independência que ele dá, poder ir nos lugares a hora que quiser, viajar. Faz 12 anos que sai da casa dos meus pais, e rolou a primeira volta com meu próprio carro, a dona Elisete (minha mãe) fica toda feliz, acho bão.

Mas nem tudo são flores, e no caso de carro, são gastos. Nem 4 mil kms andados e a primeira luzinha acendeu. Dá aquela tristeza né? Que nada, é um carro, tem um mecanismo para tudo funcionar e as coisas desgastam, normal. Bora ver o que está de errado com o goletando, a saúde dele era o mais importante no momento.

Chegado a mecânica, começa outra parte chata. Pouca gente manja de carro, então os caras costumam se aproveitar. Eu sou umas das que não manjam, até porque nunca tinha tido né, é o meu primeiro. Mas isso nem de longe seria problema, só mudou o irmão, antes era o vendedor de carros, agora, o médico. Então, tranquilo. Ele vai fazer exatamente o que tem que ser feito para deixar o goletando zero bala de novo. Ele só quer meu bem, não tem porque desconfiar.

O mecânico pediu pra deixar o carro lá que no dia estava cheio, e no próximo me ligava avisando o que tava pegando. Recebida a ligação, começou aquela lista de coisas que precisariam ser trocadas. Eu logo indaguei: mas todas essas doutor? Precisa de tudo isso mesmo? E emendei: pô, não andei nem 4 mil kms. Ele: então, é que você pegou em um ponto que, em breve, precisaria trocar tudo isso que te falei. E soltou a pergunta: você pensa em vender o carro nos próximos meses? Eu: não, por quê? Então, o que precisa urgente mesmo e a peça xpto, então se você for passar ele pra frente em pouco tempo, dá pra segurar o resto. Eu prontamente respondi: mas não vai dar problema logo logo se não arrumar? Ele: sim. Eu: você não acabou de falar que eu peguei ele meio que no jeito de quebrar? Isso está acontecendo exatamente porque alguém pode ter feito isso comigo, porque eu faria isso com um irmão? E complementei: não posso deixar o carro assim sabendo que logo logo ele vai ter problemas, eu tenho um compromisso com ele, a partir do momento que está comigo, está comigo e eu vou cuidar. Ele: é… se todos pensassem assim. Eu: pois é amigo, alguém tem que começar, concorda? Ele meio sem graça: verdade. Eu estava me preparando para tentar explicar para ele que temos sete corpos e a lei da atração, mas fui interrompido por um: e aí, troco tudo? Eu: senta o dedo.

Mas sem pedir uma segunda opinião? Sim. Sem apertar o cara de jeito pra ver se precisava trocar tudo que ele disse mesmo? Vai que ele não está se aproveitando para tirar um em cima…. Sim, sem apertar. É meu irmão, eu confio 100% nele.

Serviço feito, goletando estava todo meninão de novo, e eu, com menos dinheiro. É “nóis”!

Neste momento sua mente se divide entre: cara, o que tem a ver mudar o mundo com seu carro quebrado? E: com todo respeito amigo, mas você é bem inocente…

Dá uma segurada aí mente…. Vamos a análise tática da jogada.

Quando eu digo que eu não me cansarei, é por que eu não me cansarei.  Somos formados por 7 corpos, todos eles, formados por átomos. Sendo assim, somos um grande campo eletromagnético. Nosso querido universo é regido por leis, uma delas, da atração. Todos sentimentos e pensamentos ficam armazenados no nosso campo, a lei da atração faz a parte dela, realidade criada. Blz?

Cena 1: eu e o vendedor.

Momento bacana, finalmente tinha batido o olho e escolhido, era ele. Além da confiança, estava feliz pelo primeiro carro, emanando amor, sem parar. Minha mãe e irmã podem questionar isso, porque quem me via no momento, não parecia que eu estava esse amor todo que estou falando. Acontece que amor e emoção são coisas completamente diferentes, não é preciso chorar para amar, nem dar pulos de alegria, nada. É só amar.

Por mais que o vendedor pudesse estar “na maldade”, emanando ondas de enganação, de baixa vibração, eu estava protegido disso. As ondas de enganação ficaram nos corpos dele, a conta virá, é uma questão de tempo. Lógico que não é tão simples assim, ondas de baixa vibração estavam sendo emanadas naquele momento, e eu e minha família, estávamos muito perto, suscetíveis a elas. Mas o que é uma onda de baixa vibração perto da Luz? Tadinha… dá até dó. Se alguém “sofreu” com o encontro energético, foi o vendedor, pois além de atrair enganação, sentirá um incomodo interno qualquer dia desses. Minha luz bateu de frente com seu Self, o Deus que o habita captou minha informação, e logo menos, irá cobrar ideia do ego pelo feito, nasce aí o famoso: “peso na consciência”. Aqui cabe um adendo, tinha que ser “peso na in/consciência”. Digo isso porque quem “pesa” não é só a consciência. No caso de algumas pessoas, ela não pesa mais. Ou você acha que não existem vendedores (não são todos, por favor) por aí que são capazes de prejudicar seus clientes? Enganam, vendem coisas que sabem que o cliente não precisa, muitas vezes pior, sabem que não podem pagar (eis o motivo das crises). E tudo isso, sem achar que está fazendo algo “errado”. A “consciência” dessas pessoas não existe mais, a autossabotagem é tão grande, que eles acham que tá tudo numa boa, que tá tranquilo, tá favorável. Mas o inconsciente está lá, firme e forte, e se a consciência tá de férias, ele assume a situação. Não me surpreenderia saber que uma pessoa dessas sofre com uma “insoniazinha”, ou aquele estresse maroto, ou qualquer outra dessas doenças criadas pela gente mesmo. Saca? Quer brincar que tem um corpo só, que tá sozinho no universo e que as leis que existem são as dos advogados? Fiquem à vontade. Livre arbítrio na veia. Mas o mundão véio de guerra tá aí, a milhão, rodando sem parar. E diga-se de passagem, muito bem estruturado.

Resumindo, a cena era: ondas de baixa vibração se defrontando com as de alta, e quem vence no final? Ele, o amor, o Todo.

 Agora é o momento de comemorar! A luz venceu!  \o/

Sabia que existe felicidade universal? Ela é composta pela felicidade de todos os seres presentes no universo, e naquele momento, onde venci as ondas de enganação com a Luz, o indicador de felicidade do universo subiu, bem pouquinho, verdade, mas subiu, e eu mudei o mundo!

Yeeeeeeeeessssssssssss! Ihuluuuuuuuuuuuuuuuuuuuullllllllllllllll!!!!!!

Não preciso nem falar que eu modifiquei o indicador da Via Láctea inteira, do nosso sistema solar, do nosso planeta, e, claro, o meu.

Cena 2: eu e o mecânico.

 Mesma linha de raciocínio, além de, possivelmente receber ondas de enganação, fui incitado a enganar alguém, quando me foi sugerido passar o carro pra frente sem arrumá-lo. Ponto negativo duplo para o mecânico. E Luz para o futuro parceiro (dono) do goletando, pois naquele momento, ondas de amor foram emanadas para ele, e elas estão vagando por aí, esperando o momento exato de encontrá-lo, mas por enquanto não, deixa o goletando quietinho aqui.

 Mas eu acredito que, na verdade, o antigo dono do goletando, por descuido, acabou vendendo ele para o cara da garagem sem ter verificado a mecânica antes. A garagem acabou se esquecendo de checar as condições do veículo que se dispôs vender, e eu entrei nessa história toda, não houveram “maldades”. Afinal, são meus irmãos, não tem por que não ter sido assim.

O mecânico, mesma coisa, ele se deixou levar pela mente, e sugeriu a prática de mercado para mim, ao cogitar que eu passaria o carro pra frente. Ele não quer isso de verdade, só está perdido. E todas as peças precisavam realmente serem trocadas, ele gosta mais de carro do que eu, e pensa neles com carinho, quis o melhor pro goletando. Não tenho dúvidas.

Senhor vendedor de carros, muita Luz para você! Agradeço humildemente por ter me ajudado a encontrar o que precisava naquele momento.

Senhor mecânico, receba todo meu amor! Gratidão por ter cuidado do goletando. Que a Luz que tive a oportunidade de emanar para você, se junte as da transição, e que você saia dos domínios do ego.

Neste momento as mentes mais nervosas, em pânico, sussurram: veja o que esse cara tá falando, ele vem com esse papo de emanar confiança, essas conversas de amor, e na verdade, o que ele recebeu foi enganação, duas vezes ainda, tolo.

Pequena mente…. Saiba que eu não posso ser enganado, pois eu não acredito em nada. Eu Sou a Luz, o Todo, e Ele sim, é a única coisa que existe. Me julgas tolo por perder dinheiro? Logo dinheiro, sistema ultrapassado, característico de planetas de terceira dimensão e, portanto, está com seus dias contados. Ora mente, o que são cédulas de papel, ou números em computadores, diante da grandeza de Deus, o Todo? Nada… sabes disso.

Mas e a confiança?

Olha ela aqui! Hoje colho o amor que um dia emanei em forma de confiança, e transformo-o em confiantes palavras que agora dão vida a mais um texto.

Caros trabalhadores de Luz, é chegado o momento de assumirmos nossa postura. Não dá mais pra conversar fiado, o melhor, tem que ser o melhor para todos.

Clichê ou não, viva o que você realmente deseja. Mude você, mude o mundo.

Espero que esse humilde texto, com essa singela história tão comum em nosso cotidiano, tenha serventia na sua caminhada espiritual.

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